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Presidente eleito vai reunir os futuros ministros, a fim de ouvir cronogramas

A menos de duas semanas para a posse, Jair Bolsonaro quer ouvir de seus futuros ministros cronogramas do que pretendem implementar a partir de 2019. O presidente eleito marcou uma reunião com eles para amanhã (19), em Brasília.

O encontro com os 22 nomes da Esplanada dos Ministérios irá tratar sobre metas e organograma, disse, ontem, o futuro ministro da Pasta de Cidadania e Ação Social, Osmar Terra (MDB-RS).

Terra disse que por enquanto não há secretário para anunciar. “Falar de organograma, sim, os secretários necessariamente não vão estar definidos ainda, mas cronograma tem que ter, tem que ter uma ideia do que fazer”, afirmou.

As definições dos nomes do segundo escalão continuam nesta semana. Ontem, o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, anunciou que a subprocuradora-geral da República Maria Hilda Marsiaj Pinto vai chefiar a Secretaria Nacional de Justiça (SNJ).

Educação

Ontem, Bolsonaro esteve em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde participou da inauguração do colégio Percy Geraldo Bolsonaro, nome do pai do presidente eleito. A unidade é o terceiro colégio da PM do Estado do Rio.

Bolsonaro destacou a importância de se inaugurar novas escolas. “A educação é o que realmente move uma sociedade, movimenta um País. O nosso Brasil é um País onde praticamente quase nada temos sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação. O País que não tenha uma base sólida nesses quesitos está condenado a ser escravo de quem os tenha”.

Palácio

Os preparativos para o início do novo governo começam a movimentar os bastidores. Com a posse de Bolsonaro, obras de arte com imagens sacras devem ser transferidas do Palácio da Alvorada, onde irá morar a família do presidente eleito, rumo ao Palácio do Jaburu, residência do vice.

Hoje, a residência oficial do presidente apresenta como parte de seu mobiliário cinco peças de simbologia católica. O vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, confirmou o recebimento de uma escultura. Ele e sua mulher são católicos. A transferência ocorrerá após a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, ter demonstrado um desejo na retirada das obras. Ela frequenta a Igreja Batista Atitude, no Rio de Janeiro. As denominações evangélicas não costumam adorar esculturas de santo.