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Tramitação de lei, perseguição política e veículos escolares são destaques na Câmara Municipal de Ubajara

A sessão da câmara municipal de Ubajara, desta sexta-feira (2), foi bastante polêmica. Perseguições políticas e ônibus escolares foram as principais reivindicações realizadas durante as oratórias de alguns vereadores.

Antes do início das oratórias, foi apresentado um projeto de lei  sobre a Reestruturação Administrativa da Secretaria Municipal de Saúde de Ubajara em caráter urgente/urgentíssimo, para ser aprovado ainda nesta sessão. No entanto, o presidente da Câmara Municipal, Grijalva Costa, seguindo o regimento interno, pediu para que os vereadores decidissem se o projeto seria votado em caráter urgente/urgentíssimo ou tramitação normal, passando por todas as comissões para uma avaliação criteriosa. Com 7 votos contra e 6 a favor, foi decido a tramitação normal.

Perseguição política

O vereador Marcos Roberto, destacou que recebeu denuncias de maus tratos para com pessoas que precisam do setor de marcação de exames. “Se votou do lado que perdeu, destrata. Isso é o que está acontecendo no município de Ubajara, é lamentável. Cada um tem o direito de votar em quem quiser, o voto é livre, não estamos em uma ditadura”, afirmou professor Roberto.

Vereador Marcos Roberto (Foto: Poder Legislativo de Ubajara)

O edis ainda pediu para que fosse enviado um ofício para a Secretária de Saúde, solicitando um curso de relações humanas para os funcionários. Logo em seguida, o vereador Emílio afirmou que a Secretaria de Saúde dispõe de uma ouvidoria, onde as pessoas que se sentirem prejudicadas podem denunciar neste setor, pois somente assim as medidas cabíveis podem ser tomadas.

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Transporte escolar

Situação do ônibus escolar

Além das denúncias de maus tratos na saúde, professor Roberto destacou também a precariedade nos transportes escolares.  Afirmou saber que os alunos tem uma parcela de culpa na deterioração dos ônibus, no entanto, na rota que faz Jaburu-Sede, foi colocado um veículo para transportar os alunos sem as poltronas. “Se não dá pra transitar, encoste”, disse.

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Entramos em contato com a assessoria de comunicação da prefeitura, mas não tivemos retorno.