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Análise: Corinthians fica menos com a bola e faz poucos gols, mas é eficiente

O Corinthians que começou a ser montado por Tite em 2016, após o desmanche do hexacampeonato, tinha na força defensiva e na posse de bola algumas de suas marcas. O do técnico Fábio Carille também é forte atrás, com oito gols sofridos em 11 jogos no Paulistão (média de 0,72 por jogo).

Mas apesar de saber trabalhar a bola, o Timão nem sempre sai de campo com maior posse que o adversário. Isso porque muda a proposta de jogo conforme o adversário. Foi assim contra Palmeiras, Audax e São Paulo, para citar alguns jogos…

No clássico contra o São Paulo, no último domingo, o Timão teve só 41% de posse. Ajustado taticamente, o time esperou o São Paulo no bom empate por 1 a 1 no Morumbi, aguardando um erro do arquirrival para conseguir sair em contra-ataques. Encaixotado, pouco criou no primeiro tempo, fora um chute de fora da área de Rodriguinho. Mas também não foi muito ameaçado. Na etapa final, com mais espaços, criou boas chances e conseguiu o empatar o jogo com Jô após sair perdendo.

Jô gif (Foto: GloboEsporte.com)
Jô gif (Foto: GloboEsporte.com)

O esquema 4-1-4-1 teve novidades. Geralmente escalado aberto pelo lado direito, Jadson jogou pelo centro, à direita de Rodriguinho. Carille congestionou o meio para atrapalhar os tricolores.

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