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Ceará tem 8 casos suspeitos de microcefalia por Zika em 2017

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A Secretaria da Saúde do Ceará notificou 8 casos suspeitos de microcefalia associada à infecção pelo vírus Zika este ano, que permanecem em investigação. O estado não teve nenhum caso confirmado em janeiro e fevereiro, até então, de acordo com o boletim divulgado nesta sexta-feira (24) pela Sesa.

Os casos notificados em investigação em 2017 foram registrados em sete cidaeds: Jaguaruana, Russas, Icó, Barbalha, Frecheirinha, Forquilha e Redenção.

Em 2016, conforme o boletim, foram notificados 413 casos no Ceará, sendo 103 confirmados, 209 descartados, e 98 permanecem em investigação.

Além destes, um foi considerado “inconclusivo” e 2 foram “casos prováveis”. Eles foram encerrados com essa definição após as modificações propostas pelo Ministério da Saúde, em dezembro do ano passado.

Com as recomendações, os grupos para notificação passaram a ser: recém-nascido com até 48 horas de vida; recém-nascido ou criança após as primeiras 48 horas de vida; condições identificadas durante o pré- natal; aborto espontâneo até a 22ª semana gestacional; óbito fetal ou natimorto; e óbito neonatal precoce.

Notificações
No Ceará, os primeiros casos da doença foram notificados em outubro de 2015. Desde o início das ocorrências, o estado notificou 649 casos de síndrome congênita associada ao vírus Zika, sendo que 159 foram confirmados (24,5%) e outros 342 foram descartados (52,6%).

Fortaleza concentrou 365 notificações, que representa mais da metade do total no estado (56,2%). A Sesa aponta que, a partir de 2016, houve diminuição gradativa na notificação de casos novos.

G1 CE