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“DNA ofensivo”: gols sofridos não vão alterar esquema do Santos em clássico

Dorival Júnior em conversa com os jogadores do Santos (Foto: Ivan Storti / Divulgação Santos FC)

O Santos tomou quatro gols nas duas primeiras rodadas do Campeonato Paulista. A média de dois tentos sofridos por jogo, porém, não deve alterar a postura do Peixe no clássico contra o São Paulo, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela terceira rodada da competição.

Nas vitórias contra Linense e RB Brasil, o técnico Dorival Júnior escalou o Alvinegro com apenas um zagueiro de origem: Lucas Veríssimo. Ele fez dupla com Yuri, volante improvisado na posição. E é assim que a equipe deverá entrar em campo contra o Tricolor.

Isso porque, apesar dos quatro gols sofridos, o Santos balançou as redes nove vezes. E o treinador prioriza o bom funcionamento do ataque, o famoso “DNA ofensivo”. Ainda assim, ele admite que o time precisa encontrar equilíbrio.

– São dois jogos com quatro gols tomados. Mas fizemos nove. Não me preocupo muito com o que acontece. Eu me preocupo se deixarmos de fazer gols. O Santos é preparado para atacar e vamos encontrar equilíbrio daqui a pouco – disse Dorival.

Esse equilíbrio será mais difícil de ser encontrado sem Renato, que sofreu estiramento de grau um na panturrilha direita e será desfalque contra o São Paulo. O camisa 8 é um dos pilares da defesa santista. Além da qualidade no passe, ele não compromete a zaga ao liberar os laterais para atacar.

Com Leandro Donizete em sua função, contra o RB Brasil, Victor Ferraz e Zeca ficaram mais presos atrás. Isso porque o volante deixou espaços, e a saída de bola foi prejudicada.

No ataque, Dorival está bem servido. Com Lucas Lima, Rodrigão e Vitor Bueno em alta, o técnico conta com boas opções no banco de reservas. Bruno Henrique e Kayke, que estrearam no último domingo, mostraram boa movimentação, além de Thiago Ribeiro e Arthur Gomes, que fizeram gol na estreia, contra o Linense.

GE