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Pedro Bial conta que namorou mulher mais velha na adolescência: ‘Foi minha primeira vez’

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ioca, fã de basquete e com uma coleção de shows históricos na bagagem. Foram muitos os caminhos que levaram Pedro Bial até onde está hoje. O apresentador participou do quadro “Minha Adolescência”, no Altas Horas, e contou detalhes sobre sua juventude. Entre as lembranças, uma das mais marcantes para ele foi a morte do pai, quando tinha 14 anos. “Tava brincando de soldadinho de chumbo, então fui obrigado a amadurecer muito rápido”, conta.

Na época, Bial vivia em Ipanema, no Rio, e conta que teve um início de adolescência com muita praia, festa e andança pelas ruas. Aos 15 anos, decidiu fazer um intercâmbio nos Estados Unidos. “Vivi um pouco o hippieismo e vi shows históricos, como Deep Purple ao vivo e David Bowie”, detalha. Quando voltou ao Brasil, veio com muita experiência na bagagem. “Apesar de ter 16 pra 17 anos, ainda era invicto virgem. Já tinha feito mil travessuras, mas nunca tinha feito sexo. Comecei a namorar uma mulher mais velha, muito mais velha, devia ter 21 anos, e ela foi minha primeira vez. Foi incrível. Foi um grande amor”.

Foi na juventude também que conheceu outra grande paixão, o basquete. Ele chegou até a jogar na Seleção do Rio de Janeiro, mas decidiu seguir outro rumo. “Em São Paulo o capitão era o Oscar (Schmidt), então achei melhor fazer outra coisa na vida”, brinca.

Nessa época, começou a se aproximar da carreira artística. Ia com alguns amigos assistir a shows de um cara que estava no início da carreira: Raul Seixas. “Vi umas 18 vezes”, diz. “Rita Lee na veia, e uma galera que depois ia ser o pop brasileiro. Foi também de onde saiu Lulu Santos e Lobão”, conta ele, que também era muito próximo de Cazuza. “Dei muita sorte de viver aquela Ipanema, ser adolescente e virar gente na década de 70”.

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