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Renata Vasconcellos se segura para não transparecer emoção no ‘JN’: ‘Sensível’

Renata Vasconcellos afirmou se segurar para não transparecer emoção no 'Jornal Nacional': 'Sou muito sensível'

À frente do “Jornal Nacional” há pouco mais de dois anos, Renata Vasconcellos se definiu como uma pessoa emotiva e que não gosta de exibir o que sente. “Sou muito sensível e, às vezes tenho que me segurar para não deixar transparecer a emoção”, afirmou a jornalista elogiada pelo público ao estrear na bancada do noticiário. Casada com o diretor de jornalismo da TV Globo Miguel Athayde, com quem teve festa reservada, a apresentadora de 44 anos recordou ter sido uma criança tímida.

“Eu tentava disfarçar. As bochechas, no entanto ficavam vermelhas e quentes. Aí é que todo mundo percebia minha vergonha”, lembrou para a revista “Claudia” deste mês ao falar de quando levantava a mão para falar com os professores. A companheira de bancada de William Bonner – que se ausentou do telejornal esta semana pela morte do pai – gosta de ir ao cinema com o marido nos dias de folga. Ou simplesmente ficar em casa com os filhos, Antônio, de 17 anos, e Miguel, de 15 anos – frutos do seu casamento com o empresário Haroldo MacDowell – e com o enteado, Rafael, de 12.

‘Cuidado com a natureza me revigora’, aponta

Outro hábito de Renata é cuidar dos canteiros com temperos, ipês amarelo e roxo, roseiras, lavanda, jabuticabeira e cerejeira do Japão, presentes no seu sítio localizado na Região Serrana do Rio. “Chego, visto o avental, o cinto com as ferramentas e vou cuidar da horta e do jardim. O contato com a natureza me revigora”, explicou a ex-modelo antes de cursar Jornalismo. A jornalista também gosta de fazer bordar panos de prato usando retalhos que traz das viagens.

“Até para servir um simples café ela escolhe uma bandeja bonita, um pano de linho bordado e uma xícara decorada”, conta dona Fernanda, mãe de Renata. Sem problema em relação à idade, a apresentadora acrescentou: “A visita pode aparecer a qualquer hora e sem avisar que, na minha casa, tem sempre um bolinho e um café prontos”.

(Por Guilherme Guidorizzi)
MSN