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Líderes ao redor do mundo se posicionam sobre morte de Fidel

Líderes Trump Fidel
Líderes Trump Fidel

Figuras políticas, religiosas e líderes de todo o mundo se posicionaram sobre a morte do ex-ditador de Cuba e líder da Revolução Cubana no final da década de 1950, Fidel Castro. No Brasil, enquanto Bolsonaro adotou um tom crítico e provocativo, Dilma e Lula lamentarem a morte do “companheiro” Fidel.

 

“Morreu ontem o maior de todos os latino-americanos, o comandante em chefe da revolução cubana, meu amigo e companheiro Fidel Castro Ruz. (…) Será eterno seu legado de dignidade e compromisso por um mundo mais justo”, escreveu Lula em sua conta no Facebook. Dilma, por sua vez, foi na mesma linha: “A morte do comandante Fidel Castro, líder da revolução cubana e uma das mais influentes expressões políticas do século 20, é motivo de luto e dor”.

Em breve mensagem à imprensa, o presidente Michel Temer destacou que Fidel foi um “líder de conviccções” e que lutou por seus ideais.

Pelo mundo

O presidente recém-eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, se resumiu a postar “Fidel Castro is dead” (Fidel Castro está morto) em sua conta no Twitter, sem pender para nenhum dos lados (crítico ou elogioso). Sua posição política, no entanto, é oposta à adotada pelos Castro em Cuba.

Em comunicado, o presidente russo Vladimir Putin lamentou a morte de um “amigo da Rússia” e um “símbolo da história mundial contemporânea”.

Já o papa Francisco, que não há muito tempo fez uma visita oficial à Cuba, afirmou que a morte do líder cubano é uma “notícia triste”.

Diário do Nordeste