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CNJ busca fortalecer programa de adoção de crianças, diz Cármen Lúcia

Resultado de imagemA presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta quarta-feira (12), sem entrar em detalhes, que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão também presidido por ela, tem buscado medidas para “fortalecer” o programa de adoção de crianças no país.

Atualmente, segundo o CNJ, cerca de 6 mil crianças e aproximadamente 33 mil famílias estão cadastradas no programa de adoção.

Cármen Lúcia deu a declaração após participar de um encontro com crianças de instituições de acolhimento, no palácio do STF.

“Estamos fortalecendo o cadastro e verificando qual é o fluxograma do programa de adoção com os juízes da infância e juventude e vendo qual é a situação real que temos no Brasil”, disse a ministra, sem apresentar mais detalhes sobre as medidas.

O objetivo, explicou, é fortalecer o Cadastro Nacional de Adoção, instrumento digital usado pelos juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos processos de adoção.

“O CNJ, com o cadastro de adoção, e intensificando o debate sobre o que é possível fazer, pode contribuir muito”, acrescentou Cármen Lúcia.

A ministra observou ainda que juízes da infância têm reclamado do excesso de burocracia em processos de adoção de crianças.

“Os juízes da infância dizem que é uma burocracia excessiva sendo que há muitas famílias buscando a adoção”, afirmou. O processo de adoção no Brasil leva, em média, um ano.

No encontro desta quarta, com cerca de 50 crianças, Cármen Lúcia estava sorridente, conversou com os convidados, assistiu a uma apresentação de dança e recebeu de presente um quadro pintado por um dos jovens.

G1