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Justiça ainda analisa se acusado de matar bailarina cearense vai a júri popular

O assassinato da modelo e bailarina cearense Ana Carolina de Souza Vieira completa, no próximo dia 4 de novembro, um ano. Quase 11 meses após crime, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que o réu Anderson Rodrigues Leitão, que confessou ter matado a namorada, ainda não foi pronunciado, ou seja, o caso não foi para júri popular.

Na próxima sexta-feira (30), ocorre uma audiência de instrução no Fórum Ministro Mário Guimarães, no bairro Barra Funda, em São Paulo. De acordo com o TJSP, a audiência é um procedimento tido como “normal” no decorrer do processo.

O caso será acompanhado por um defensor público. Antônia Souza, mãe de Ana Carolina, e Igor de Souza, irmão da bailarina são algumas das testemunhas de acusação. Conforme o TJSP, não há testemunhas de defesa.

Anderson Rodrigues está preso na Penitenciária Doutor Tarcizo Leonce Pinheiro Cintra de Tremembé, a Penitenciária de Tremembé. Ele confessou ter matado a modelo cearense por ciúmes após uma briga.

O corpo de Ana Carolina de Souza Vieira, 30, foi encontrado na manhã do dia 4 de novembro de 2015, no apartamento em que ela morava no Sacomã, Zona Sul de São Paulo. No mesmo dia, Anderson Rodrigues confessou o crime e responde por homicídio e ocultação de cadáver.

A cearense tinha participado em junho de 2015 do concurso “Bailarina do Faustão”. Além de ser modelo e dançarina, ela era também administradora. Ex-moradora do bairro Água Fria, Ana Carolina foi dançarina da banda Aviões do Forró. Segundo o grupo, ela teve uma passagem breve pela banda, quando viajou durante um mês em teste. Depois desse período, não foi efetivada.

Diário do Nordeste